Não há como passar os olhos por esta imagem sem ser atraído por seu mistério e sua força visual: o olhar severo do jovem monge, emoldurado pela abertura que timidamente lembra a boca aberta de um sapo, nos faz refletir o quão distantes estamos em relação às nossas convicções mais profundas. Ao mesmo tempo a escuridão que circunda sua figura não nos oferece nenhum detalhe sobre o local onde ele está -- para desvendá-la se faz necessário um envolvimento muito maior que apenas um breve olhar.
Comentários
Postar um comentário